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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Lívia e Motivos para assistir Doctor Who

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Um alien com mais de 900 anos, último de sua espécie, que tem dois corações e aparencia humana. Uma nave espacial em formato de cabine telefonica dos anos 60. Viagens no tempo e no espaço. Regenerações.
Esses são os elementos principais de Doctor Who e, provavelmente, o segredo de seu sucesso.

A série britânica foi a pioneira das séries de ficção científica, além de ser a mais longa no estilo: com mais de 26 temporadas, Doctor Who se encontra no Guiness Book. Apesar de não ter muita repercurssão no Brasil, Doctor Who já consquistou, e ainda conquista, milhares de fãs no mundo inteiro.
É uma das minhas séries preferidas (ou a  preferida), por isso resolvi listar alguns motivos do porque assistir Doctor Who e ser feliz.

As Regenerações.


Regenerar é uma forma que os Time Lord (raça do Doctor) têm de enganar a morte. Ao inves de morrer eles mudam de aparência e até mesmo de personalidade. Ora mais agressivos e ironicos, ora mais bobões, mas no fim, sempre o mesmo homem com ótimos corações.
O fato do Doctor regenerar é bom porque permite a série que se reeinvente. Você nunca sabe o que esperar de um novo Doctor, como também não imagina a falta que pode sentir dos anteriores,

As companions.


As companheiras de viagem do Doctor também mudam de acordo com o tempo. Por algumas você cria um afeto tão grante quanto ao que tem pelo Doctor, já de outras não gosta tanto. São mulheres (em sua maioria, mas também existem homens e até um cachorro) sortudas, que tem a vida que muitos invejam. Eu, por exemplo, não vejo a hora de ser uma companion.
É engraçado observar a ligação que elas têm com o Doctor, que também varia. Enquanto umas tem uma quedinha pelo simpático Time Lord (não é mesmo, dona Rose Tyler?), outras são grandes amigas dele (certo, Donna Noble?)







Os vilões fazem você morrer de medo.


Por se tratar de uma ficção científica, é de se esperar que a história tenha vilões, que também são aliens. Alguns são tranquilos, mas outros podem tirar noites de sono de qualquer um.

Os Daleks são os principais inimigos do Doctor. São criaturas criadas pra destruir e o único sentimento que conhecem é o ódio. Se você ouvir um "exterminate! exterminate!" qualquer dia desses, pode ter certeza que sua morte está próxima.

Os Weeping Angels são estátuas aparentemente inofensivas, enquanto você as olha. Basta piscar, virar as costas ou apagar a luz, mesmo que por milésimos de segundos que o dano foi causado: os Weeping Angels atacaram e você foi parar no passado, num momento totalmente diferente do seu.
O que torna essas criaturas tão assustadoras é o fato de serem coisas de nosso cotidiano (são estatuas de anjos), além de a única forma de não ser atacado é olhar pra elas constantemente, sem nem piscar. Preciso comentar como você fica nos episódios em que elas aparecem?

Já entrou num quarto e esqueceu o que foi fazer lá? Essa é a exata sensação que você tem assim que vira as costas pra um Silence. Aliens cabeçudos que usam ternos, fazem você esquecer que os viu assim que os perde de vista, ou seja, você nunca se lembra da existencia deles. Isso significa que pode ter um Silence atras de você nesse momento, mas você só vai lembrar disso enquanto estiver olhando pra ele.

A série pode tomar vários caminhos.


Ok, o gênero de Doctor Who é ficção cinentífica, mas isso não impede que a série tenha elementos de todos outros gêneros. Há episódios de drama, episódios de suspense ou mesmo de romance. Tudo isso ainda envolvendo monstros, aliens, robôs e sempre com uma pitada de humor.



Catch phrases 


"Trust me, I'm the Doctor."
"I wear a bow tie now, bow ties are cool."
"Geronimo!"
"Allons-y"
"Basically...run!"
"Exterminate!"
"Delete"
"Silence will fall"
"Hello, sweetie"

Tem como não amar isso?


A verdade é que Doctor Who é uma das séries mais brilhantes de todos os tempos. Ela pode te levar pra qualquer lugar, seja pro passado, onde você conhece figuras históricas, seja pro presente, seja pro futuro (próximo ou não) e mesmo pra lugares que só existem em nossas fantasias.
Se você quer assistir alguma coisa, larga o preconceito, larga a dúvida e vá assistir Doctor Who. Não importa se você vai assistir desde o 1º Doctor, a partir do 9º ou a partir do 11º (atual), vai gostar da série de qualquer forma.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Lívia e Dicas Mil

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Já perdi a conta de quantas vezes me perguntaram como encontro as bandas que ouço e minha resposta é sempre a mesma: internet, basta saber procurar. O que noto é que muita gente não sabe onde procurar, por isso resolvi indicar alguns sites pra facilitar as coisas :)

O primeiro é o Last.fm, um tipo de rede social voltada pra música. Você baixa um plugin que registra todas tudo o que você ouve e manda diretamente para o site, que por sua vez gera listas dos artistas e músicas mais ouvidos na semana, nos últimos 3 meses, nos últimos 6 meses e no último anos, mas isso não é o melhor do last fm. A melhor parte é que você sempre vai achar algo novo, seja através da lista de artistas e faixas recomendadas que o site gera baseado no que você ouve, através de artistas que estão relacionados com outros, isto é, se você gosta de um artista "X" e clica na página dele, vai encontrar uma lista com vários outros artistas "Y" que tocam um estilo de música parecido, e também fuçando a página de outros usuários, principalmente dos seus vizinhos, pessoas com o gosto musical similar ao seu, que adivinha? O Site também gera.
Não tem como não encontrar coisa nova no last, e é por isso que ele é meu site preferido no assunto. Se você ainda não tem um perfil lá, trate de se cadastrar agora e lembre-se de me adicionar.

Uma outra indicação é o youtube, isso mesmo, querido amigo, o youtube. Atualmente, todas as bandas ou artistas têm material no youtube, então, obviamente, ele é um ótimo lugar para ouvir música nova. Minha dica é procurar um artista que você já gosta, clicar em algum vídeo dele e olhar os vídeos relacionados: é bem possível que lá tenham vídeos de alguma banda que você nunca ouviu. Outra dica é ler os comentários, TODA banda é comparada com outra, mas nem sempre conhecemos essa outra banda, não é mesmo?

Um outro site legal é o The Shoot Music, mas ele só vale pra quem gosta de uma pegada mais indie. Lá você encontra vídeos de várias bandas, que são gravados pela equipe do próprio site, o que é uma grande vantagem, pois a qualidade está sempre boa. Pra quem gosta do estilo o site é ótimo e digno de se ter nos favoritos.

E por último, o blogs como o  409 your coffee maker e o Soundsandclouds disponibilizam vários cds pra download, sendo impossível não encontrar música nova. É importante olhar os parceiros de blogs como esses, pois eles normalmente tem o mesmo intuito.

Não vou nem falar do myspace, do purevolume e do tramavirtual, né? Esses todos são obrigados a conhecer.
O segredo da internet é lembrar que ela se trata de uma rede e tudo está relacionado de uma forma ou de outra. Por isso, clicar em artistas, vídeos ou sites relacionados é essencial pra quem está buscando coisa nova, seja "coisa" música, filme, série, notícias, etc.
Espero que esse post seja útil pra alguém, e se quiserem me recomendar mais sites, super aceito.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Lívia e Avril Lavigne (mais uma vez)

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Lívia (com cara de sonsa) na quinta série com sua camiseta da Avril, oun

Eu estava na quarta série quando uma menina da minha sala levou um cd da irmã dela para ouvirmos. Era de uma cantora que tinha uma música na novela, mas que eu não conhecia muito bem. Ouvimos o cd durante uma aula qualquer e foi tudo o que bastou: na mesma semana já sai com meu pai para comprar aquele albúm com o dinheirinho que eu tinha guardado.
Depois, por influência da minha prima, comecei a ouvir mais e mais aquele cd. E depois foram camisetars, posters e um dvd que eu nem podia assistir pois não tinha aparelho. Cada dia mais minha admiração crescia e eu sentia mais carinho por aquela menininha pequena que não sabia da minha existencia. Veio mais um cd e depois um show: pacaembu, quarenta mil pessoas contando comigo, lá longe, na arquibancada verde, mas lá.
Então veio o ALBR e pude ter contato com outros fãs, compartilhar minha admiração e  falar sobre vários outros assuntos. Também pude fazer amizades e "surubões" no msn, jogar gustop, passar horas e horas no skype, trocar cartas, fazer melhores amigos, conhece-los pessoalmente em encontros no masp, visitá-los, te-los na minha festa de aniversário, ir a praia, e tudo por conta de uma cantora.
Mas ela foi crescendo, e eu também. Meus gostos musicais foram mudando com o passar do tempo e as músicas delas se diferenciando daquelas que me apaixonei lá na quarta série. Apesar disso, meu carinho continuou a crescer, mesmo que as músicas já não me atraissem mais.
Então sairam boatos de que ela poderia fazer shows no Brasil ainda esse ano, e eu acreditei que não faria muita diferença pra mim...até os rumores serem confirmados. Assim que sairam as datas, aquele mesmo sentimento de "preciso ir" do show de 2005 (aquele do Pacaembu) voltaram, como se eu ainda fosse aquela menininha fanática que só sabia falar "Avril". Vai ver é o tal do carinho que ainda cresce. Vai ver é porque ir a um show dela com as pessoas do ALBR deve ser a coisa mais incrível do mundo. Vai ver eu goste mais da música que ela faz atualmente do que imagino. Vai ver são todos os anteriores. Mas de que isso importa? O fato é que eu vou, vai ser incrível e estou ansiosa.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Lívia e "Smile".

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Na última semana, o clipe de "Smile", de Avril Lavigne, foi lançado. A música é o segundo single do Goodbye Lullaby, quarto albúm da cantora, lançado em março desse ano.
Devo dizer que a música foi minha maior decepção do albúm inteiro. Avril prometeu aos fãs um CD profundo, sincero e mais maduro, então começa uma das faixas com "You know that I'm a crazy bitch, I do what I want when I feel like it, all I wanna do is lose control" ("você sabe que sou uma puta louca, eu faço o que quero quando tenho vontade, tudo que quero fazer é perder o controle"), algo que esperamos ouvir de alguém com 15, 16 anos, não de uma mulher formada. Apesar disso, sempre apostei de Smile como single, é chiclete e o ritmo da uma boa salvada na letra. É uma espécie de Girlfriend, difícil de flopar.
Por não gostar da música, não criei expectativas para o clipe, que acabei por gostar.Smile é uma mistura de "He wasn't" (o cenário é muito parecido) com uma espécie de história (não sei se é bem uma história, mas vou usar esse termo), é simples, bonitinho e gostoso de assistir.
Não sei se a semelhança com "He wasn't" foi proposital, pra agradar os fãs que, como eu, preferem o "Under My Skin" (segundo album), mas foi uma boa ideia. Combina com a música, combina com a volta de uma Avril menos rosa e nos remete aos bons tempos.
As cenas em que ela recolhe os pedaços de um coração partido são bonitinhas, apesar de já terem sido usadas antes por outros artistas. Talvez ficariam melhores se, após ela pegar um pedaço, a cena ganhasse cor, mas também é algo que já foi usado. Essas cenas me lembraram um pouco o clipe de LDN, da Lily Allen, que eu gosto muito, por sinal.
Não é o melhor clipe da carreira de Avril, mas passa longe de ser o pior.
Caso você não tenha assistido ainda, aqui está:

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Lívia e "O noivo da minha melhor amiga"

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Mocinha e mocinho que não podem se apaixonar se apaixonam, passam por problemas, ficam juntos no fim. Essa é a fórmula de todas comédias românticas, que ainda assistimos, apesar de batidas. Não me entendam errado: não é que eu não goste delas, acho que são filmes leves, ótimos pra passar o tempo e quase sempre garantem boas risadas. Não são obras primas, mas cumprem o seu papel perfeitamente: entreter.
Nunca imaginaria que um filme desse gênero me traria incomôdo, mas não é que trouxe? "O noivo da minha melhor amiga" conta a história de Rachel, uma advogada certinha, que se envolve com Dex, noivo de Darcy, sua melhor amiga.
Apesar de Rachel ser quem trai a melhor amiga, ela é a "mocinha" da história, e é exatamente isso que me incomoda. Estamos vivendo numa sociedade de valores invertidos ou é impressão minha? Traição não é algo admirável, é só mais uma forma de ser anti-ético e passar por cima dos outros.
Tentam justificar a atitude de Rachel com a teoria de que "se os papéis fossem trocados, Darcy não pensaria duas vezes", o que me incomodou ainda mais. Principalmente porque não se deve ser imoral porque o outro também é, pessoas de boa índole agem com ética independente da atitude dos demais. Segundo que se uma amizade é baseada nesse tipo de raciocínio, tem alguma coisa errada. Falar de melhor amigo é falar de confiança plena.
Pode até parecer pensamento do século XX já que vivemos num mundo tão moderninho, mas eu acho traição inaceitável e ver uma história em que quem a comete é o bonzinho não me traz nada positivo.

sábado, 7 de maio de 2011

Lívia e as coisas que te deixam com o sorriso bobo no rosto.

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Normalmente me vejo como uma velha de 70 anos que só sabe criticar as coisas. Nada é bom o suficiente, qualquer falha já chama me atenção e faz com que eu reclame. Mas então surgem aquelas coisas tão fofas que é impossível reclamar, mesmo que tenham milhões de falhas. Elas te deixam com um sorriso bobo no rosto, daqueles que mostram o quanto algo te faz bem.
Provavelmente essas coisas são as minhas preferidas no mundo todo, e o mais legal é que elas podem vir em qualquer forma e  são inesperadas. Essa semana, por exemplo, uma aula de história me deixou sorrindo igual uma idiota. O professor passou a aula mostrando pinturas e esculturas do renascimento, e sinceramente? Não tem como arte não trazer um sentimento bom. É tudo tão lindo, os caras trazem sentimentos pras imagens de uma maneira tão perfeita, é como se aquilo saísse da tela/mármore, caminhasse entre as pessoas e explicasse o que o autor sentia enquanto as produzia. É lindo. Eu podia passar horas vendo aquelas obras sem soltar um pio, e pode acreditar que durante essas horas eu estaria com o mesmo sorriso estampado na cara.
Também podem vir na forma de um filme, um episódio de uma série, ou até mesmo uma só cena. Pode ser uma música, um texto, um vídeo, uma atitude que alguém toma, uma frase. Uma fotografia, uma lembrança que você tem no meio da rua e te faz rir sozinho. Pode ser um poema, um livro, uma carta, uma mensagem no celular. Pode ser um tweet. Todas essas coisas são capazes de te fazer feliz de uma maneira inexplicável, não importando seu estado de espírito antes delas acontecerem.
E não importa quantas vezes você assista um filme ou leia uma carta que têm esse poder, por exemplo, você sempre terá o mesmo sentimento, é incontrolável.
Quem dera se todos os dias pudessemos ter contato com algo que nos faça sorrir como babacas, não é mesmo?

http://www.youtube.com/watch?v=lHMuYA8esRU
É desse tipo de coisa que to falando. Vai dizer que não ficou sorrindo igual um bobo? (não deu pra colocar o vídeo aqui)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Lívia e o episódio de 90 minutos de Glee.

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Eu disse que ia falar muito sobre séries. Não leia se você não assistiu ainda, porque vai ter spoilers.


Glee é uma série que pra gostar é preciso deixar de lado o desencanto por musicais que High School Musical nos deixou. Glee não é e não se assemelha em nenhum fator com High School Musical, e a única coisa que faz a série boa é o fato de ser musical. Só.
Se você é fã da série, provavelmente me odeia agora, mas vamos ser sinceros: o roteiro é muito ruim. A história se perde, coisas são deixadas em aberto, criam situações exageradas demais e os episódios parecem não ter continuidade, sem contar os personagens que não tem personalidade fixa. A interpretação de músicas, antigas e atuais, é o que salva a série.
Não podia ser diferente no último episódio, que teve 90 minutos e valeu pelas músicas e pela Santana (<3). Todas as performance foram brilhantes, em especial "As if we never said goodbye" na voz do Chris Colfer (aqui) e a tão esperada "Born this way", que deu nome ao episódio e foi interpretada por todo elenco (aqui). A história, que podia ter sido MUITO bem desenvolvida ficou medíocre.
Começando por Rachel, que foi atingida por Finn no nariz e teve que ir ao médico. Nessa visita, o doutor a persuade a fazer uma rinoplastia e Rachel passa a considerar a ideia. Então ela leva Quinn ao consultório, pois quer que seu nariz fique como o da ex-cheerleader. Os membros do Glee Club não apoiam a ideia, principalmente o professor, Mr. Schuester, que fica preocupado com a falta de amor próprio de seus alunos. A ideia de fazer os gleeks cantarem sobre algo que não gostam neles e depois fazerem uma performance de Born This Way, da Lady Gaga, surge a partir dessa situação.
Mike Chang, Tina, Artie e Sam não tem história nenhuma, pra variar. A treinadora Sue Sylvester não aparece nenhuma vez no episódio, o que é estranho e faz uma falta imensa.
Contudo, o esquecimento de alguns personagens não foi o grande problema do episódio, já que é algo um tanto quanto comum na série. A pior parte ficou na história da Quinn, que me fez querer levantar daqui e ir até os Estados Unidos socar os roteiristas.
A Quinn já tem, normalmente, uma personalidade inconstante. No começo da série era a Queen Bee do colégio, mas acaba engravidando e se torna profunda (o auge da personagem). Na segunda temporada parece ter esquecido de tudo que passou no ano anterior e volta a ser arrogante e prepotente. No último episódio, além da instabilidade da personalidade da personagem, resolveram alterar sua história, assim, sem mais nem menos.
A garota que foi por muito tempo queen bee, líder de torcida e opressora, já teria sido uma garota gordinha, feia, com o cabelo estranho e que fez uma rinoplastia. Não tinha amigos no colégio anterior e sofria bullying........HÃ? Caros roteiristas, alguém que passa por tal situação, mesmo que mude completamente de aparencia, não se torna no que a Quinn era/é. NÃO. SE. TORNA. Bullying é algo traumático, normalmente suas vítimas são reclusas, inseguras e permanecem assim pro resto da vida. Que ideia foi essa de colocar Quinn como vítima de bullying, como a excluida, a menina feia? Foi simplesmente a história mais ridícula que já vi em todas as séries. Por favor, voltem com a Quinn profunda e madura do meio/fim da primeira temporada, sem histórinhas babacas.
Santana foi a melhor de todo o episódio, com suas frases hilárias sobre sua sexualidade: "I'm a closet lesbian and a judgemental bitch. That means one thing: I have an awesome gaydar"; "I've got to gay. GO. I'VE GOT TO GO" e "The only straight I'm is straight up bitch", sem contar a "Legend has it that when I came out of my mother, I told the nurse she was fat" . Quero dizer, ela não precisava de mais nada, já ia valer por essas falas. Mesmo assim teve uma história razoável até, trazendo o Kurt de volta ao colégio e fingindo um relacionamento com Karofsky. Além de que, deu uma dó enorme dela usando a camiseta Lebanese (a intenção era que estivesse escrito "Lesbian") que ganhou da Brittany e querendo ir la cantar e dançar, mas com medo. Além de drama, Santana trouxe humor ao episódio, o que mais precisa ser dito?
Outra coisa que me incomodou no episódio foram algumas camisetas. Os alunos do Glee club deveriam usar, durante a apresentação de Born This Way, uma camiseta com uma frase sobre algo que aprenderam a aceitar em si próprios, uma ótima ideia. Espera-se que as camisetas tragam coisas que já foram motivo de dor para os personagens, como a de Emma, que tinha a sigla em inglês pra TOC. Então aparece Tina com "Brown Eyes" e Artie com "Four Eyes"...COMO ASSIM? Desde quando alguém precisa se aceitar porque tem olhos castanhos ou usa óculos? Isso não é motivo pra se aceitar e sair por aí cantando "Baby I was born this way". Personagem profundo pra que, não é mesmo?

A única diferença de "Born this way" pra qualquer outro episódio de Glee foi a duração, mais nada. Não foi épico, não trouxe grandes revoluções, não resolveu histórias que precisam terminar logo. Ao compara-lo com os primeiros episódios dessa temporada, como Grilled Cheesus e Auditions, nota-se sua inferioridade.
Não basta performances brilhantes se não temos história. Roteiristas de Glee, vocês precisam melhorar.

sábado, 23 de abril de 2011

Lívia e Doctor Who.

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Acabei de assistir o primeiro episódio da sexta temporada de Doctor Who e estou, simplesmente, sem reação, sem palavras e sem ar. QUE EPISÓDIO MAIS ÉPICO! Vai ficar pra história, com certeza.
Os caras basicamente começaram  a temporada no pique de season finale. Cheio de mistério, paradoxos e referencia a vários outros episódios. Sabado que vem tem a segunda parte, e acho que nunca fiquei tão ansiosa assim pra uma série (nem mesmo pra skins).



"I wear a Stetson now, Stetsons are cool."
"Of course I'm OK, I'm always OK,  I'm the king of OK.  Oh, that's a rubbish title, forget that title."
"I'm being extremely clever up here and there's no-one to stand around looking impressed. What's the point of having you all?"





quarta-feira, 20 de abril de 2011

Lívia e as pequenas coisas.

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Essa semana assisti um vídeo super simples e doce da Tasha (youtuber que você deveria conhecer). Se você fala um pouco de inglês, da uma olhada aí:


Caso seu inglês não seja bom/você esteja com preguiça, eu te conto: a Tasha fala das coisas pequenas que fazem parte do nossos dias e nós nem notamos, mas na verdade são elas que os tornam especiais.
Esse vídeo me fez pensar bastante sobre como somos estranhos: nos prendemos a tudo que nos faz mal, por mais que sejam coisas insignificantes, ao mesmo tempo que não damos valor devido ao que nos faz feliz.
Quantos amigos você viu hoje? Quantas conversas divertidas você teve? O que você aprendeu de interessante? Conheceu alguém? Matou a saudade de alguém? Deu risada de algo?
Provavelmente você fez a maioria dessas coisas, mas nem prestou atenção. Talvez seja porque são tão simples, tão pequenas, tão singelas, que passam despercebidas. Ou talvez sejamos masoquistas mesmo, gostamos da dor, do estress e das úlceras. É no mínimo curioso.
De qualquer forma, esse vídeo deu uma abridinha nos meus olhos e me fez prestar mais atenção nas coisas pequenas. Por isso queria agradecer se você, de alguma forma, fez meu dia feliz hoje, seja com uma mensagem, conversando comigo no ônibus, me aguentando cantar, me fazendo rir ou gravando um vídeo fofo sobre as "little things". Obrigada mesmo.

sábado, 16 de abril de 2011

Lívia e a Injustiça do mundo

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Não, não vou falar sobre desigualdade, miséria e fome, porque sou fútil (ou porque uma menina de 17 anos falar sobre tais assuntos num blog que só ela lê não vai mudar nada). Quando eu falo "a injustiça do mundo", quero dizer sobre a injustiça do mundo comigo (essa sou eu sendo fútil de novo, já que tenho casa, familia e não passo necessidade :D)

Lívia é uma garotinha feliz, que respeita todo mundo, obedece a mamãe e o papai, ajuda o irmão quando ele pede, estuda bonitinho, não usa drogas e não gosta de funk. O problema é que mesmo sendo uma pessoa assim, Lívia tem que se contentar em viver em uma cidade chata, num país chato, pobre Lívia.
Ela tem que se contentar com um cinema que tem 3 salas passando um filme sobre um garoto de 16 anos que sabe jogar o cabelo pro lado, enquanto tem milhares de filmes bons que só estão em cartaz em alguns cinemas de São Paulo, e ela não pode ir. POR QUE, MUNDO? POR QUE?
Lívia tem que se acostumar com fato de viver num  país em que bandas formadas por pessoas que tocam e cantam mal fazem sucesso. Ela tem que ver essas bandas fazendo (e lotando) shows em grandes casas, mas vê um artista bom passar por seu país de vez em quando, e paga uma nota pra isso. PORQUE, MUNDO? POR QUE?
Lívia poderia ser uma garotinha feliz, que respeita todo mundo, obedece a mamãe e o papai, ajuda o irmão quando ele pede, estuda bonitinho, não usa drogas e não gosta de funk, e que vive numa cidade bacana, localizada num país legal.

 coisas que lívia nunca vai presenciar ):

coisas que lívia tem que suportar ):

Ó MUNDO, POR QUE FIZESTE ISSO COMIGO?

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Líva e seu sono

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Eu sou a Lívia, e eu tenho sono. Fim.

domingo, 10 de abril de 2011

Lívia e os downloads impossíveis.

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O que agente faz quando acha uma banda boa, mas não acha quase nada deles pra baixar?
Um tempo atras encontrei essa banda gracinha chamada "Love, Robot". Eles tocam Pop Punk (segundo o myspace), super bacana e pá.



Things You Do - Love, Robot



Forever And Always - Love, Robot (Taylor Swift Cover) - gosto muito desse vídeo rs

Fui então procurar material deles pra baixar, como sempre faço, mas não consegui nada. Arranjei um jeito de baixar as músicas do myspace, através de um programa, mas foi só. Ainda tem uma música e um EP inteiro que não consigo baixar, e isso me frustra tanto.
Os dois EPs deles estão a venda na Itunes Store, e eu juro que se ela funcionasse por aqui eu comprava, juro mesmo ):  . O mundo já foi um lugar mais feliz, onde eu podia baixar material das bandas que gosto.

    qualé brothers + vocal gatinha, deixa eu baixar a musiquinha de vocês ): 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Lívia e o Planeta dos Ood

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É claro que eu devia estar estudando agora, mas como meu computador fica tirando a roupa e me seduzindo, cá estou. Como disse no post anterior, vou explicar o link do blog.

"Planet of the Ood" é uma referência a Doctor Who, uma série britânica sobre um Time Lord, chamado Doctor, que tem uma máquina que viaja no tempo e no espaço (TARDIS). Isso significa que além de voltar/avançar no tempo, ele pode ir pra outros planetas e até galáxias.
O Doctor é pacífico (a única arma que ele carrega é uma chave de fenda supersônica), e vive salvando a Terra dos aliens que querem domina-lá. Contudo, em um dos episódios os vilões somos nós (no futuro), e outra raça precisa ser salva: os Ood.


                                           - oi, eu sou um Ood lindo


Os Ood são essas criaturas fofinhas, amigáveis e inofensivas, que gostam de cantar. Então, o que nós do futuro fazemos? Escravizamos os Ood. Isso mesmo, amiguinho, nós do futuro tratamos os Ood como uma espécie de gado. NÓS DO FUTURO SOMOS MAUS!
Depois o Doctor salva as criaturinhas fofas que podem ir pro seu planeta e cantar a música deles, fica tudo bem e blablabla. Não vou falar do episódio completo porque é muita coisa, caso você esteja curioso: Doctor Who (2005) - 4º Temporada, Episódio 03 -  é só baixar.

Já perdi a conta de quantas vezes disseram que sou estranha e que vim de outro planeta. Se isso fosse verdade, eu com certeza seria um Ood. Eles não são maus, não ficam tentando destruir o planeta de ninguém e tudo que querem é cantar a música deles em paz, sem exterminar ou deletar ninguém. É claro que eu ia querer ser assim. Além da beleza explendida deles, que me seduz tanto.
Sem contar que com "Ood", é possivel fazer um trocadilho com "Odd" (estranho em inglês). Não é minha cara?

                                          Ood dodói ):

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Here we go again.

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Sabe quando você precisa opinar sobre algo, mas nunca tem ninguém realmente interessado?
Acontece comigo o tempo todo, e por conta disso resolvi criar (mais) um blog. Já perdi a conta de quantos tive, mas isso não interessa.
Se você ta nesse blog, com certeza me conhece, mas eu não me importo, vou me apresentar do mesmo jeito, porque acho divertido.


Olá, eu sou a Lívia. Grande apreciadora de música, filmes, séries, e redes sociais.
Não me pergunte sobre as redes sociais, eu simplesmente um tenho perfil em praticamente todas existentes (orkt, facebook, twitter, last fm, orangotag, filmow, skoob..). Preciso frequentar os Viciados em Redes Sociais Anônimos.
Quanto a música, sou extremamente chata. Não gosto da maioria das bandas/artistas que tem destaque na mídia hoje. Não é pra pagar de do contra, é só que acho quase tudo ruim mesmo. Poderia até citar as bandas que ouço, mas como estou com preguiça, dá uma olhada no meu last.fm (eu avisei sobre as redes sociais).
Já pra filme, sou mais chata ainda (e isso não é bom). Pra eu realmente gostar de um filme, precisa ter tudo perfeito: história, efeitos, fotografia, sonoplastia. Se não for tudo perfeito, vou achar legalzinho e só. Ao não ser que a história seja extremamente boa, tornando as outras coisas "desnecessárias" (tirando Juno, que a história é um lixo, mas o resto é tão lindinho que agente releva). Meus preferidos? Garota, Interrompida, Nemo (cale sua boca, a pixar é linda e tem todo meu amor), Requiem Para um Sonho, O Fabuloso destino de Amèlie Poulain, Vicky Cristina Barcelona e Cisne Negro, o mais novinho da lista. Se você quiser ajudar aumentar essa lista, por favor.
Enquanto pra filmes sou incrivelmente chata, aceito basicamente qualquer série. Claro que tenho minhas preferidas (skins, misfits e doctor who <3), mas topo assistir qualquer uma. Não vou falar muito, porque sem dúvidas vou postar muita coisa sobre série aqui, então melhor já não enjoar ninguém de cara kk. Só digo uma coisa: o link do blog é o nome de um episódio de Doctor Who (e explica-lo será o meu próximo post, acabei de decidir).
Tirando as redes sociais, esses são basicamente meus assuntos preferidos e os únicos que sei falar. Se você leu esse post, além de um vencedor, me conhece muito bem. Claro que tem mais, como meu amor por ironia e pessoas ironicas, minha mania louca de falar em inglês sozinha e como eu odeio matemática, mas se eu fosse falar sobre tais coisas, escreveria um livro.

Se alguém leu esse post, saiba que você me fez mais feliz.

Ps: Após esse post descobri que também sou uma grande apreciadora de acrescentar coisas entre parênteses.