Eu disse que ia falar muito sobre séries. Não leia se você não assistiu ainda, porque vai ter spoilers.
Glee é uma série que pra gostar é preciso deixar de lado o desencanto por musicais que High School Musical nos deixou. Glee não é e não se assemelha em nenhum fator com High School Musical, e a única coisa que faz a série boa é o fato de ser musical. Só.
Se você é fã da série, provavelmente me odeia agora, mas vamos ser sinceros: o roteiro é muito ruim. A história se perde, coisas são deixadas em aberto, criam situações exageradas demais e os episódios parecem não ter continuidade, sem contar os personagens que não tem personalidade fixa. A interpretação de músicas, antigas e atuais, é o que salva a série.
Não podia ser diferente no último episódio, que teve 90 minutos e valeu pelas músicas e pela Santana (<3). Todas as performance foram brilhantes, em especial "As if we never said goodbye" na voz do Chris Colfer (aqui) e a tão esperada "Born this way", que deu nome ao episódio e foi interpretada por todo elenco (aqui). A história, que podia ter sido MUITO bem desenvolvida ficou medíocre.
Começando por Rachel, que foi atingida por Finn no nariz e teve que ir ao médico. Nessa visita, o doutor a persuade a fazer uma rinoplastia e Rachel passa a considerar a ideia. Então ela leva Quinn ao consultório, pois quer que seu nariz fique como o da ex-cheerleader. Os membros do Glee Club não apoiam a ideia, principalmente o professor, Mr. Schuester, que fica preocupado com a falta de amor próprio de seus alunos. A ideia de fazer os gleeks cantarem sobre algo que não gostam neles e depois fazerem uma performance de Born This Way, da Lady Gaga, surge a partir dessa situação.
Mike Chang, Tina, Artie e Sam não tem história nenhuma, pra variar. A treinadora Sue Sylvester não aparece nenhuma vez no episódio, o que é estranho e faz uma falta imensa.
Contudo, o esquecimento de alguns personagens não foi o grande problema do episódio, já que é algo um tanto quanto comum na série. A pior parte ficou na história da Quinn, que me fez querer levantar daqui e ir até os Estados Unidos socar os roteiristas.
A Quinn já tem, normalmente, uma personalidade inconstante. No começo da série era a Queen Bee do colégio, mas acaba engravidando e se torna profunda (o auge da personagem). Na segunda temporada parece ter esquecido de tudo que passou no ano anterior e volta a ser arrogante e prepotente. No último episódio, além da instabilidade da personalidade da personagem, resolveram alterar sua história, assim, sem mais nem menos.
A garota que foi por muito tempo queen bee, líder de torcida e opressora, já teria sido uma garota gordinha, feia, com o cabelo estranho e que fez uma rinoplastia. Não tinha amigos no colégio anterior e sofria bullying........HÃ? Caros roteiristas, alguém que passa por tal situação, mesmo que mude completamente de aparencia, não se torna no que a Quinn era/é. NÃO. SE. TORNA. Bullying é algo traumático, normalmente suas vítimas são reclusas, inseguras e permanecem assim pro resto da vida. Que ideia foi essa de colocar Quinn como vítima de bullying, como a excluida, a menina feia? Foi simplesmente a história mais ridícula que já vi em todas as séries. Por favor, voltem com a Quinn profunda e madura do meio/fim da primeira temporada, sem histórinhas babacas.
Santana foi a melhor de todo o episódio, com suas frases hilárias sobre sua sexualidade: "I'm a closet lesbian and a judgemental bitch. That means one thing: I have an awesome gaydar"; "I've got to gay. GO. I'VE GOT TO GO" e "The only straight I'm is straight up bitch", sem contar a "Legend has it that when I came out of my mother, I told the nurse she was fat" . Quero dizer, ela não precisava de mais nada, já ia valer por essas falas. Mesmo assim teve uma história razoável até, trazendo o Kurt de volta ao colégio e fingindo um relacionamento com Karofsky. Além de que, deu uma dó enorme dela usando a camiseta Lebanese (a intenção era que estivesse escrito "Lesbian") que ganhou da Brittany e querendo ir la cantar e dançar, mas com medo. Além de drama, Santana trouxe humor ao episódio, o que mais precisa ser dito?
Outra coisa que me incomodou no episódio foram algumas camisetas. Os alunos do Glee club deveriam usar, durante a apresentação de Born This Way, uma camiseta com uma frase sobre algo que aprenderam a aceitar em si próprios, uma ótima ideia. Espera-se que as camisetas tragam coisas que já foram motivo de dor para os personagens, como a de Emma, que tinha a sigla em inglês pra TOC. Então aparece Tina com "Brown Eyes" e Artie com "Four Eyes"...COMO ASSIM? Desde quando alguém precisa se aceitar porque tem olhos castanhos ou usa óculos? Isso não é motivo pra se aceitar e sair por aí cantando "Baby I was born this way". Personagem profundo pra que, não é mesmo?
A única diferença de "Born this way" pra qualquer outro episódio de Glee foi a duração, mais nada. Não foi épico, não trouxe grandes revoluções, não resolveu histórias que precisam terminar logo. Ao compara-lo com os primeiros episódios dessa temporada, como Grilled Cheesus e Auditions, nota-se sua inferioridade.
Não basta performances brilhantes se não temos história. Roteiristas de Glee, vocês precisam melhorar.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Lívia e Doctor Who.
Acabei de assistir o primeiro episódio da sexta temporada de Doctor Who e estou, simplesmente, sem reação, sem palavras e sem ar. QUE EPISÓDIO MAIS ÉPICO! Vai ficar pra história, com certeza.
Os caras basicamente começaram a temporada no pique de season finale. Cheio de mistério, paradoxos e referencia a vários outros episódios. Sabado que vem tem a segunda parte, e acho que nunca fiquei tão ansiosa assim pra uma série (nem mesmo pra skins).
"I wear a Stetson now, Stetsons are cool."
"Of course I'm OK, I'm always OK, I'm the king of OK. Oh, that's a rubbish title, forget that title."
"I'm being extremely clever up here and there's no-one to stand around looking impressed. What's the point of having you all?"
Os caras basicamente começaram a temporada no pique de season finale. Cheio de mistério, paradoxos e referencia a vários outros episódios. Sabado que vem tem a segunda parte, e acho que nunca fiquei tão ansiosa assim pra uma série (nem mesmo pra skins).
"I wear a Stetson now, Stetsons are cool."
"Of course I'm OK, I'm always OK, I'm the king of OK. Oh, that's a rubbish title, forget that title."
"I'm being extremely clever up here and there's no-one to stand around looking impressed. What's the point of having you all?"
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Lívia e as pequenas coisas.
Essa semana assisti um vídeo super simples e doce da Tasha (youtuber que você deveria conhecer). Se você fala um pouco de inglês, da uma olhada aí:
Caso seu inglês não seja bom/você esteja com preguiça, eu te conto: a Tasha fala das coisas pequenas que fazem parte do nossos dias e nós nem notamos, mas na verdade são elas que os tornam especiais.
Esse vídeo me fez pensar bastante sobre como somos estranhos: nos prendemos a tudo que nos faz mal, por mais que sejam coisas insignificantes, ao mesmo tempo que não damos valor devido ao que nos faz feliz.
Quantos amigos você viu hoje? Quantas conversas divertidas você teve? O que você aprendeu de interessante? Conheceu alguém? Matou a saudade de alguém? Deu risada de algo?
Provavelmente você fez a maioria dessas coisas, mas nem prestou atenção. Talvez seja porque são tão simples, tão pequenas, tão singelas, que passam despercebidas. Ou talvez sejamos masoquistas mesmo, gostamos da dor, do estress e das úlceras. É no mínimo curioso.
De qualquer forma, esse vídeo deu uma abridinha nos meus olhos e me fez prestar mais atenção nas coisas pequenas. Por isso queria agradecer se você, de alguma forma, fez meu dia feliz hoje, seja com uma mensagem, conversando comigo no ônibus, me aguentando cantar, me fazendo rir ou gravando um vídeo fofo sobre as "little things". Obrigada mesmo.
Caso seu inglês não seja bom/você esteja com preguiça, eu te conto: a Tasha fala das coisas pequenas que fazem parte do nossos dias e nós nem notamos, mas na verdade são elas que os tornam especiais.
Esse vídeo me fez pensar bastante sobre como somos estranhos: nos prendemos a tudo que nos faz mal, por mais que sejam coisas insignificantes, ao mesmo tempo que não damos valor devido ao que nos faz feliz.
Quantos amigos você viu hoje? Quantas conversas divertidas você teve? O que você aprendeu de interessante? Conheceu alguém? Matou a saudade de alguém? Deu risada de algo?
Provavelmente você fez a maioria dessas coisas, mas nem prestou atenção. Talvez seja porque são tão simples, tão pequenas, tão singelas, que passam despercebidas. Ou talvez sejamos masoquistas mesmo, gostamos da dor, do estress e das úlceras. É no mínimo curioso.
De qualquer forma, esse vídeo deu uma abridinha nos meus olhos e me fez prestar mais atenção nas coisas pequenas. Por isso queria agradecer se você, de alguma forma, fez meu dia feliz hoje, seja com uma mensagem, conversando comigo no ônibus, me aguentando cantar, me fazendo rir ou gravando um vídeo fofo sobre as "little things". Obrigada mesmo.
sábado, 16 de abril de 2011
Lívia e a Injustiça do mundo
Não, não vou falar sobre desigualdade, miséria e fome, porque sou fútil (ou porque uma menina de 17 anos falar sobre tais assuntos num blog que só ela lê não vai mudar nada). Quando eu falo "a injustiça do mundo", quero dizer sobre a injustiça do mundo comigo (essa sou eu sendo fútil de novo, já que tenho casa, familia e não passo necessidade :D)
Lívia é uma garotinha feliz, que respeita todo mundo, obedece a mamãe e o papai, ajuda o irmão quando ele pede, estuda bonitinho, não usa drogas e não gosta de funk. O problema é que mesmo sendo uma pessoa assim, Lívia tem que se contentar em viver em uma cidade chata, num país chato, pobre Lívia.
Ela tem que se contentar com um cinema que tem 3 salas passando um filme sobre um garoto de 16 anos que sabe jogar o cabelo pro lado, enquanto tem milhares de filmes bons que só estão em cartaz em alguns cinemas de São Paulo, e ela não pode ir. POR QUE, MUNDO? POR QUE?
Lívia tem que se acostumar com fato de viver num país em que bandas formadas por pessoas que tocam e cantam mal fazem sucesso. Ela tem que ver essas bandas fazendo (e lotando) shows em grandes casas, mas vê um artista bom passar por seu país de vez em quando, e paga uma nota pra isso. PORQUE, MUNDO? POR QUE?
Lívia poderia ser uma garotinha feliz, que respeita todo mundo, obedece a mamãe e o papai, ajuda o irmão quando ele pede, estuda bonitinho, não usa drogas e não gosta de funk, e que vive numa cidade bacana, localizada num país legal.
Lívia é uma garotinha feliz, que respeita todo mundo, obedece a mamãe e o papai, ajuda o irmão quando ele pede, estuda bonitinho, não usa drogas e não gosta de funk. O problema é que mesmo sendo uma pessoa assim, Lívia tem que se contentar em viver em uma cidade chata, num país chato, pobre Lívia.
Ela tem que se contentar com um cinema que tem 3 salas passando um filme sobre um garoto de 16 anos que sabe jogar o cabelo pro lado, enquanto tem milhares de filmes bons que só estão em cartaz em alguns cinemas de São Paulo, e ela não pode ir. POR QUE, MUNDO? POR QUE?
Lívia tem que se acostumar com fato de viver num país em que bandas formadas por pessoas que tocam e cantam mal fazem sucesso. Ela tem que ver essas bandas fazendo (e lotando) shows em grandes casas, mas vê um artista bom passar por seu país de vez em quando, e paga uma nota pra isso. PORQUE, MUNDO? POR QUE?
Lívia poderia ser uma garotinha feliz, que respeita todo mundo, obedece a mamãe e o papai, ajuda o irmão quando ele pede, estuda bonitinho, não usa drogas e não gosta de funk, e que vive numa cidade bacana, localizada num país legal.
coisas que lívia nunca vai presenciar ):
coisas que lívia tem que suportar ):
Ó MUNDO, POR QUE FIZESTE ISSO COMIGO?
quinta-feira, 14 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Lívia e os downloads impossíveis.
O que agente faz quando acha uma banda boa, mas não acha quase nada deles pra baixar?
Um tempo atras encontrei essa banda gracinha chamada "Love, Robot". Eles tocam Pop Punk (segundo o myspace), super bacana e pá.
Things You Do - Love, Robot
Forever And Always - Love, Robot (Taylor Swift Cover) - gosto muito desse vídeo rs
Um tempo atras encontrei essa banda gracinha chamada "Love, Robot". Eles tocam Pop Punk (segundo o myspace), super bacana e pá.
Things You Do - Love, Robot
Forever And Always - Love, Robot (Taylor Swift Cover) - gosto muito desse vídeo rs
Fui então procurar material deles pra baixar, como sempre faço, mas não consegui nada. Arranjei um jeito de baixar as músicas do myspace, através de um programa, mas foi só. Ainda tem uma música e um EP inteiro que não consigo baixar, e isso me frustra tanto.
Os dois EPs deles estão a venda na Itunes Store, e eu juro que se ela funcionasse por aqui eu comprava, juro mesmo ): . O mundo já foi um lugar mais feliz, onde eu podia baixar material das bandas que gosto.

Os dois EPs deles estão a venda na Itunes Store, e eu juro que se ela funcionasse por aqui eu comprava, juro mesmo ): . O mundo já foi um lugar mais feliz, onde eu podia baixar material das bandas que gosto.

qualé brothers + vocal gatinha, deixa eu baixar a musiquinha de vocês ):
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Lívia e o Planeta dos Ood
É claro que eu devia estar estudando agora, mas como meu computador fica tirando a roupa e me seduzindo, cá estou. Como disse no post anterior, vou explicar o link do blog.
"Planet of the Ood" é uma referência a Doctor Who, uma série britânica sobre um Time Lord, chamado Doctor, que tem uma máquina que viaja no tempo e no espaço (TARDIS). Isso significa que além de voltar/avançar no tempo, ele pode ir pra outros planetas e até galáxias.
O Doctor é pacífico (a única arma que ele carrega é uma chave de fenda supersônica), e vive salvando a Terra dos aliens que querem domina-lá. Contudo, em um dos episódios os vilões somos nós (no futuro), e outra raça precisa ser salva: os Ood.
- oi, eu sou um Ood lindo
Os Ood são essas criaturas fofinhas, amigáveis e inofensivas, que gostam de cantar. Então, o que nós do futuro fazemos? Escravizamos os Ood. Isso mesmo, amiguinho, nós do futuro tratamos os Ood como uma espécie de gado. NÓS DO FUTURO SOMOS MAUS!
Depois o Doctor salva as criaturinhas fofas que podem ir pro seu planeta e cantar a música deles, fica tudo bem e blablabla. Não vou falar do episódio completo porque é muita coisa, caso você esteja curioso: Doctor Who (2005) - 4º Temporada, Episódio 03 - é só baixar.
Já perdi a conta de quantas vezes disseram que sou estranha e que vim de outro planeta. Se isso fosse verdade, eu com certeza seria um Ood. Eles não são maus, não ficam tentando destruir o planeta de ninguém e tudo que querem é cantar a música deles em paz, sem exterminar ou deletar ninguém. É claro que eu ia querer ser assim. Além da beleza explendida deles, que me seduz tanto.
Sem contar que com "Ood", é possivel fazer um trocadilho com "Odd" (estranho em inglês). Não é minha cara?
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Here we go again.
Sabe quando você precisa opinar sobre algo, mas nunca tem ninguém realmente interessado?
Acontece comigo o tempo todo, e por conta disso resolvi criar (mais) um blog. Já perdi a conta de quantos tive, mas isso não interessa.
Se você ta nesse blog, com certeza me conhece, mas eu não me importo, vou me apresentar do mesmo jeito,porque acho divertido.
Olá, eu sou a Lívia. Grande apreciadora de música, filmes, séries, e redes sociais.
Não me pergunte sobre as redes sociais, eu simplesmente um tenho perfil em praticamente todas existentes (orkt, facebook, twitter, last fm, orangotag, filmow, skoob..). Preciso frequentar os Viciados em Redes Sociais Anônimos.
Quanto a música, sou extremamente chata. Não gosto da maioria das bandas/artistas que tem destaque na mídia hoje. Não é pra pagar de do contra, é só que acho quase tudo ruim mesmo. Poderia até citar as bandas que ouço, mas como estou com preguiça, dá uma olhada no meu last.fm (eu avisei sobre as redes sociais).
Já pra filme, sou mais chata ainda (e isso não é bom). Pra eu realmente gostar de um filme, precisa ter tudo perfeito: história, efeitos, fotografia, sonoplastia. Se não for tudo perfeito, vou achar legalzinho e só. Ao não ser que a história seja extremamente boa, tornando as outras coisas "desnecessárias" (tirando Juno, que a história é um lixo, mas o resto é tão lindinho que agente releva). Meus preferidos? Garota, Interrompida, Nemo (cale sua boca, a pixar é linda e tem todo meu amor), Requiem Para um Sonho, O Fabuloso destino de Amèlie Poulain, Vicky Cristina Barcelona e Cisne Negro, o mais novinho da lista. Se você quiser ajudar aumentar essa lista, por favor.
Enquanto pra filmes sou incrivelmente chata, aceito basicamente qualquer série. Claro que tenho minhas preferidas (skins, misfits e doctor who <3), mas topo assistir qualquer uma. Não vou falar muito, porque sem dúvidas vou postar muita coisa sobre série aqui, então melhor já não enjoar ninguém de cara kk. Só digo uma coisa: o link do blog é o nome de um episódio de Doctor Who (e explica-lo será o meu próximo post, acabei de decidir).
Tirando as redes sociais, esses são basicamente meus assuntos preferidose os únicos que sei falar. Se você leu esse post, além de um vencedor, me conhece muito bem. Claro que tem mais, como meu amor por ironia e pessoas ironicas, minha mania louca de falar em inglês sozinha e como eu odeio matemática, mas se eu fosse falar sobre tais coisas, escreveria um livro.
Se alguém leu esse post, saiba que você me fez mais feliz.
Ps: Após esse post descobri que também sou uma grande apreciadora de acrescentar coisas entre parênteses.
Acontece comigo o tempo todo, e por conta disso resolvi criar (mais) um blog. Já perdi a conta de quantos tive, mas isso não interessa.
Se você ta nesse blog, com certeza me conhece, mas eu não me importo, vou me apresentar do mesmo jeito,
Olá, eu sou a Lívia. Grande apreciadora de música, filmes, séries, e redes sociais.
Não me pergunte sobre as redes sociais, eu simplesmente um tenho perfil em praticamente todas existentes (orkt, facebook, twitter, last fm, orangotag, filmow, skoob..). Preciso frequentar os Viciados em Redes Sociais Anônimos.
Quanto a música, sou extremamente chata. Não gosto da maioria das bandas/artistas que tem destaque na mídia hoje. Não é pra pagar de do contra, é só que acho quase tudo ruim mesmo. Poderia até citar as bandas que ouço, mas como estou com preguiça, dá uma olhada no meu last.fm (eu avisei sobre as redes sociais).
Já pra filme, sou mais chata ainda (e isso não é bom). Pra eu realmente gostar de um filme, precisa ter tudo perfeito: história, efeitos, fotografia, sonoplastia. Se não for tudo perfeito, vou achar legalzinho e só. Ao não ser que a história seja extremamente boa, tornando as outras coisas "desnecessárias" (tirando Juno, que a história é um lixo, mas o resto é tão lindinho que agente releva). Meus preferidos? Garota, Interrompida, Nemo (cale sua boca, a pixar é linda e tem todo meu amor), Requiem Para um Sonho, O Fabuloso destino de Amèlie Poulain, Vicky Cristina Barcelona e Cisne Negro, o mais novinho da lista. Se você quiser ajudar aumentar essa lista, por favor.
Enquanto pra filmes sou incrivelmente chata, aceito basicamente qualquer série. Claro que tenho minhas preferidas (skins, misfits e doctor who <3), mas topo assistir qualquer uma. Não vou falar muito, porque sem dúvidas vou postar muita coisa sobre série aqui, então melhor já não enjoar ninguém de cara kk. Só digo uma coisa: o link do blog é o nome de um episódio de Doctor Who (e explica-lo será o meu próximo post, acabei de decidir).
Tirando as redes sociais, esses são basicamente meus assuntos preferidos
Se alguém leu esse post, saiba que você me fez mais feliz.
Ps: Após esse post descobri que também sou uma grande apreciadora de acrescentar coisas entre parênteses.
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